• Adevanir Vaz

Prado chama Câmara de 'subserviente'. Líder do governo descarta perseguição


Depois de disparar acusações contra o prefeito Rafael Simões (PSDB) por desvio de medicamentos no HCSL, o vereador André Prado (PV) virou alvo de um processo de cassação por quebra de decoro na Câmara. A denúncia foi protocolado pelo próprio prefeito que se sentiu vítima de calúnia e entendeu que o parlamentar teria comprometido a 'dignidade da Câmara'.

Uma sindicância interna na FUVS, mantenedora do hospital, de fato identificou internações suspeitas do prefeito durante o período em que ele presidia a fundação. Segundo a investigação, se trataria de internações simuladas para retiradas de grande quantidade de medicamentos. O prefeito, porém, alega que não simulou as internações e sustenta que o registro foi uma forma de compensar limitações do sistema para que ele pudesse comprar medicamentos e insumos diretamente do hospital. Ele alega ainda que não houve prejuízo para a unidade de saúde. O caso será investigado pelo Ministério Público.

O vereador chegou a entrar com pedido de cassação do prefeito já que uma das internações teriam se dado em 2017, quando o político já estava à frente da Prefeitura. A denúncia, porém, não foi aceita pela Câmara.

Prado se considera vítima de retaliação e classifica a Câmara como subserviente. Já o vereador Rodrigo Modesto (PTB), líder do prefeito na Casa, garante que não há perseguição e que o processo será conduzido com isenção.

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