• Adevanir Vaz

Pouso Alegre fecha 363 postos em dezembro, mas encerra 2019 com 2,4 mil novas vagas


Indústria e serviços demitem em dezembro, mas terminam o ano com 2 mil postos a mais. Comércio tem recuperação consistente e gera 462 vagas

Indústria, serviços e comércio impulsionam contratações em Pouso Alegre - Foto: divulgação

O mês de dezembro foi o pior para o mercado de trabalho ao longo de 2019 em Pouso Alegre. Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na sexta-feira, 24, mostram que 363 postos formais foram cortados no município. O resultado, porém, não impediu que a cidade encerrasse o ano com 2,4 mil novas vagas formais criadas.

O resultado do ano é o melhor do Sul de Minas e o 6º melhor de Minas Gerais para os municípios com mais de 30 mil habitantes. O resultado no acumulado do ano é a diferença entre 21.647 admissões contra 19.236 demissões, o que gerou um saldo positivo de 2.411 vagas.

Por outro lado, as demissões de dezembro puseram fim a uma sequência de oitos meses com saldo positivo na geração de empregos. A última vez em que a relação entre contratações e demissões foi negativa na cidade ocorreu em março, mas com variação pequena: -3.

O último resultado negativo importante no ano ocorrera em janeiro, quando a cidade somou 126 postos formais a menos. Mas o resultado de dezembro de 2019 se assemelha ao de 2018, quando o saldo negativo foi de -353. A melhor marca alcançada pelo munício ao longo de 2019 foi no mês de abril, quando as contratações superaram as demissões em 591 vagas.

Desempenho por setor

Como de praxe, no mês de dezembro, todos os setores demitiram com exceção do Comércio cujo saldo positivo foi de 150 vagas. Mas o tombo foi grande em setores cruciais para o município. A indústria demitiu 187, do setor de serviços foram demitidos outros 216 e a construção civil fechou as portas para 75 trabalhadores.

Já no acumulado do ano, a situação é bem diferente. Com exceção do setor de Construção Civil, que teve desempenho negativo, com 159 postos a menos do que havia no início do ano, os demais setores tiveram acréscimo importante de empregados formais.

Serviços encerrou o ano com 1.440 trabalhadores a mais. A industria acresceu outros 662 postos à sua força de trabalho e o comércio, se recuperando de alguns dos piores anos de sua história, 462.

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