As fitas sagradas


Elas carregam os anseios e as lamentações do fiéis

Uma tradição antiga e muito presente na religiosidade popular brasileira, presentes na tradição católica e nas religiões de origem africanas, as fitas dos sagrado fazem parte da vida dos fiéis. As duas fitinhas sagradas mais populares do país são a do Senhor do Bom Fim, na Bahia, e da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, São Paulo.


Carregada de simbolismo, as fitinhas têm origem na antiga tradição de pegar um pedaço das roupas de santos e levar para casa como amuleto de sorte e fé. Com o passar do tempo, foram substituídas pelas fitas e, hoje, levam o nome da localidade.


Independente do local, as fitinhas carregam as expressões da fé, o pedido aos santos ou agradecimentos a graças alcançadas. Estão presente nos pulsos, nos espelhos de carros, dentro de casas e nos cajados dos romeiros ou peregrinos, sempre amarrados com três nós.


A religiosidade popular é carregada de simbolismos e emoções. É perceptível o quão importante é uma fitinha quando observamos um fiel e sua concentração transcendental no momento em que amarra uma fitinha no cajado dos peregrinos, que, posteriormente, é levado à Casa da Mãe padroeira.


Nas fitinhas, existem lagrimas, dor e felicidade, anseios ou agradecimentos, sobretudo existe fé.


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