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Buscas em área do acidente de helicóptero recomeçam

18/06/2018

 Buscas no local do acidente foram retomadas nesta manhã

 

 

Foram retomadas nesta manhã as buscas por duas possíveis vítimas do acidente de helicóptero que ocorreu na zona rural de Espírito Santo Dourado, próximo à rodovia MG-179. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há sinais de sobreviventes. A aeronave caiu no local no início da noite de sábado (16). Pouco antes do acidente, o piloto chegou a fazer contato com o centro de controle, relatando problemas mecânicos e dificuldades de pouso. O acidente ocorreu na sequência, interrompendo a viagem que partira de Nova Lima (MG) e seguia para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP).

 

De acordo com um sócio, o empresário Márcio Bissoli, de 50 anos, estava a bordo do helicóptero no momento da queda. Ao portal G1, o sócio, Alexandre Penido, informou que a Bissoli tinha boa saúde e se cuidava: "Ele tinha 50 anos, era uma pessoa muito saudável, tinha uma saúde de cara de 30 anos. Cuidava muito da saúde, atleta", avaliou. Os empresários mantinham sociedade na MPA Empreendimentos Imobiliários. A mais nova aposta da dupla está no projeto de um condomínio de luxo a ser construído na cidade de Capitólio. 

 

Piloto

Quem seguia no comando da aeronave era o piloto Luiz Gustavo Araújo Soares. Sua esposa, Juliana Hipólito, disse aos bombeiros que suspeitava que ele e o empresário pudessem ter saltado antes da queda. A hipótese, porém, foi descartada por especialistas. O Corpo de Bombeiros acredita que os corpos podem estar embaixo das ferragens. 

 

Por conta do plano de voo, as autoridades chegaram a trabalhar com a informação de até quatro pessoas embarcadas na aeronave, mas imagens da câmera de segurança do helicóptero, em Nova Lima, teriam mostrado as presenças de apenas dois tripulantes: Luiz Gustavo e Bissoli. Foi a própria Juliana Hipólito que primeiro acessou as imagens.

 

Investigação

A retomada do trabalho dos bombeiros se dá após o encerramento da perícia realizada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), por meio do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III). Os técnicos atuaram na região na tarde de domingo e recolheram materiais para análise.

 

Em nota, o Seripa III pontuou que os profissionais executaram a chamada “Ação Inicial”. De acordo com o órgão, o procedimento é o primeiro passo do processo de investigação, com objetivo de coletar dados. A apuração tem como principal foco “prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram”.

 

Conforme informações do Corpo de Bombeiros, durante a tarde e o início da noite de domingo foram realizadas a remoção de de peças maiores, como motores, o rotor principal e parte do painel da aeronave. Os trabalhos foram encerrados por volta das 19h. Acredita-se que o helicóptero tenha se chocado de frente com a montanha, cavando uma cratera. E, neste local, em meios às ferragens, que as autoridades imaginam que possam estar as vítimas.

 

As condições do acidente, com explosão e enormes danos provocados na aeronave, dificultam a identificação das vítimas.“Os bombeiros trabalham revirando a fuselagem da aeronave, mas o estado do local devido às chamas dificulta muito”, contou ao jornal Estado de Minas o tenente Pedro Aihara, do Corpo de Bombeiros.

 

 

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