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Confirmada morte cerebral de homem baleado no São João

19/07/2018

Motorista levou três tiros, um deles na nuca. Ele não resistiu aos ferimentos e teve morte cerebral confirmada nesta quarta (18) (Foto: arquivo familiar)

 

 

Foi confirmada nesta quarta-feira (18) a morte cerebral do motorista José Fernando Natalício da Silva, de 32 anos. Ele havia sido baleado na madrugada de segunda-feira, no bairro São João, em Pouso Alegre e estava internado no Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL) desde então. A família autorizou a doação dos órgãos do motorista. 

 

O crime ocorreu no bairro Jardim São João na rua Ari Rosa. A Polícia Militar informou que José Fernando foi encontrado caído na calçada, próximo ao portão de uma madeireira. Câmeras próximas ao ocorrido teriam flagrado o momento em que dois homens, um deles armados, perseguiam José Fernando. Após balear a vítima, a dupla fugiu em uma moto. Um dos suspeitos já foi identificado e teria passagem pela polícia. Ele chegou a ser preso horas depois da ocorrência, mas acabou liberado por não ter sido caracterizado o flagrante. Além disso, até aquele momento, não havia sido confirmada a morte da vítima.

 

Esposa diz que assassinato foi motivado por desentendimento banal

Um cumprimento de mãos desajeitado teria sido a causa do assassinato do motorista. A versão é dada pelo esposa de José Fernando, Regiane Aparecida Bernardes. Em entrevista ao portal Terra do Mandu, a mulher que era casada há 12 anos com a vítima, com quem tinha dois filhos de 6 e 8 anos, afirmou que o marido deixou escapar a mão ao cumprimentar um homem conhecido como 'Marimbondo'. Em um movimento errático, a mão teria pego no pescoço do suspeito, que considerou o ato uma agressão. Após o desacerto, os dois teriam se desentendido. José Fernando saiu da briga jurado de morte.

 

A esposa e a mãe de José Fernando foram à delegacia da Polícia Civil pedir a prisão de Marimbondo que, segundo elas, vendia drogas para José Fernando. Ao Terra do Mandu, no entanto, Regiane defendeu o marido: “Espero que a justiça seja feita. Porque ele era usuário de droga, mas nunca deixou faltar nada dentro de casa. Ele não estava feliz com essa vida que estava levando. Só que um usuário de drogas tem muito mais valor do que aquela pessoa que vende pra ele. Além desse Marimbondo ter vendido muita, e muitas vezes droga pra ele, ele foi e tirou a vida de meu marido", argumentou.

 

 

 

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