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Comerciante que agrediu segurança é condenado a regime semi-aberto

14/11/2018

Caso ocorreu em dezembro de 2016, em Três Corações, e causou comoção nacional pela violência. Comerciante agrediu mulher que fazia segurança de clube particular com chutes e pontapés. O agressor foi condenado a pouco mais de 2 anos e sete meses em regime semi-aberto e terá que pagar indenização à segurança, mas anida responderá em liberdade às instâncias superiores da justiça

 

Comerciante agride mulher que fazia segurança em clube particular de Três Corações (Foto: reprodução de redes sociais)

 

As cenas de agressão que chocaram o país em dezembro de 2016 tiveram seu primeiro desdobramento judicial. Luiz Felipe Neder foi condenado a pouco mais de dois anos e sete meses de reclusão em regime semi-aberto por agredir uma mulher e um homem em clube particular de Três Corações em dezembro de 2016. Neder também foi condenado a pagar uma indenização de R$ 10 mil para a mulher. A decisão ainda não é definitiva, o que permite ao réu recorrer dela em liberdade.

 

Sentença dada no final do mês de outubro, só foi divulgada nesta quarta-feira (14). As penas exatas são as seguintes: 1 ano, sete meses e dois dias pela agressão ao homem, e 1 ano e 12 dias pelas agressões à mulher.

 

O caso

O caso que chocou o Brasil ocorreu em 17 de dezembro de 2016. Luiz Felipe Neder participava de uma festa em um clube particular de Três Corações. Na saída, ele e a esposa, a delegada Ana Paula Kich, tiveram uma discussão. Ele teria agredido a mulher que, para não deixá-lo dirigir o carro do casal, jogou as chaves do automóvel para a segurança Edvânia Nayara Ferreira, que passou, então, a ser o novo alvo das agressões do comerciante.

 

Chutes, socos e pontapés, as agressões foram registradas em vídeo por testemunhas e viralizou nas redes sociais. Antes de ser detido, o comerciante ainda teria agredido e quebrado dentes do motorista Enioberto José de Jesus, de 30 anos, que é sócio do clube e teria pedido calma ao agressor. O motorista também registrou boletim de ocorrência na delegacia da cidade. A prisão foi decretada no dia seguinte. A Procuradoria Especial da Mulher do Senado chegou a emitir  uma moção de repúdio ao ocorrido.

 

 

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