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Para Prefeitura, poda e cortes de árvores seguem critérios técnicos e evitam riscos à população

27/02/2019

Em comunicado enviado à imprensa, Prefeitura faz balanço dos estragos causados pelo temporal de segunda-feira (25), lista quedas de árvores e afirma que ações de "retirada de árvore da paisagem urbana", alvo de críticas, têm embasamento técnico e são realizadas para evitar "situações de risco para a população" como as ocorridas durante o temporal

 

 

Entidades ligadas às questões ambientais têm criticado as ações de poda e supressão de árvores em Pouso Alegre. Grupos como o 'Amigos da Praça' questionam os parâmetros utilizados pela Prefeitura para intervir nas plantas e têm organizado, inclusive, abaixo-assinados contra essas intervenções. Nesta quarta-feira (27), a administração de Rafael Simões (PSDB) aproveitou um balanço dos estragos provocados pelo temporal de segunda-feira (25) para dar uma resposta aos movimentos.

 

Segundo o comunicado enviado à imprensa, as podas repeitariam critérios técnicos e seriam praticadas para evitar riscos à população, como os incidentes registrados na segunda-feira (25) durante o forte temporal que atingiu a cidade. De acordo com a Prefeitura, "sete árvores caíram ou tiveram seus galhos partidos, danificados e atirados sobre a rede elétrica, rompendo cabos e causando a interrupção do fornecimento de energia em diversos bairros, alguns por várias horas. Também veículos e casas foram atingidas e seus proprietários sofreram consideráveis prejuízos".

 

Para a Prefeitura, haveria uma incompreensão sobre as intervenções mesmo quando supostamente se "comprove que a árvore alvo de corte ou supressão de galhos representa risco à população ou que esteja em condição fitossanitária comprometida". Também de acordo com a administração, para chegar ao ponto de podar ou suprimir qualquer planta é feita uma rigorosa análise pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, sempre de acordo com o Código Ambiental do município (3384/99).

 

"O que a Prefeitura pretende é evitar situações de risco para a população, como ocorreu nesta segunda-feira", argumenta o comunicado, que ainda elenca as ações de recuperação de matas nativas e degradadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Segundo esses dados, desde 2017, mais de 7 mil mudas de árvores teriam sido plantadas em bairros e áreas verdes do município.

 

Movimentos querem ser ouvidos

No final de janeiro, uma das representantes do movimento 'Amigos da Praça', Ana Guimarães, disse à imprensa que as intervenções feitas pela Prefeitura deveriam ser melhor justificadas à sociedade. "Primeiro que a gente tem que ser ouvido. Segundo, o Ministério Público tem que atuar também, porque se uma árvore oferece risco, lógico que ninguém vai questionar isso porque ninguém quer que a população corra qualquer risco, mas não é o que a gente tem observado e árvores extremamente saudáveis estão sendo retiradas", considerou.

 

>> Leia a íntegra do comunicado enviado pela Prefeitura:

 

'Chuva forte com ventos de mais de 60k/h causa prejuízos e danos à rede elétrica em Pouso Alegre

 

Defesa Civil registrou sete ocorrências de quedas de galhos e árvores em vias públicas

 

O temporal que atingiu o Sul de Minas no início da tarde de segunda-feira (25 de fevereiro), ocasionou inundações e danos diversos em várias cidades da região. Em Pouso Alegre, onde a chuva chegou acompanhada de raios e ventos de forte intensidade, com velocidade acima de 60 km/h, sete árvores caíram ou tiveram seus galhos partidos, danificados e atirados sobre a rede elétrica, rompendo cabos e causando a interrupção do fornecimento de energia em diversos bairros, alguns por várias horas.  Também veículos e  casas foram atingidas e seus proprietários sofreram consideráveis prejuízos.

 

A Prefeitura de Pouso Alegre tem sido alvo de muitas críticas, principalmente por parte de pessoas ligadas a questões ambientais, quando anuncia alguma ação que  envolva a retirada de árvore da paisagem urbana. Mesmo que comprove que a árvore alvo de corte ou supressão de galhos representa risco à população ou que esteja em condição fitossanitária comprometida.

 

Todas as árvores que são cortadas ou podadas pela Prefeitura de Pouso Alegre passam por rigorosa análise da Secretária Municipal de Meio Ambiente. As avaliações são feitas por profissionais habilitados e capacitados. Todas as ações têm embasamento na Lei Ordinária 3584/1999, especificamente o artigo 26. O que a Prefeitura pretende é evitar situações de risco para a população, como ocorreu nesta segunda-feira.

 

É necessário ressaltar que a Prefeitura de Pouso Alegre tem se empenhado em manter a recuperação de matas nativas e áreas degradadas, como parte de um projeto ambiental da Secretaria Municipal de Planejamento e Meio Ambiente, que desde 2017 já realizou  o plantio de mais de 7 mil mudas de árvores em bairros e áreas verdes do município.'

 

 

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