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Pouso Alegre recupera vagas perdidas durante a crise econômica e chega a 47,8 mil trabalhadores formais

27/07/2019

Entre 2015 e 2016, Pouso Alegre perdeu 3,9 mil postos formais de trabalho. Foram necessários dois anos e seis meses para recuperá-los. No Brasil, foram perdidas 2,8 milhões de vagas e recuperadas apenas 900 mil

 

 

Quando o mês de junho terminou, 47.803 trabalhadores pouso-alegrenses estavam formalmente empregados. O número representa uma marca importante: são 51 contratos de trabalho a mais do que em dezembro de 2014, quando o município contava 47.752 pessoas com carteira assinada. A partir daquela data, entre 2015 e 2016, a crise econômica ceifaria 3.951 vagas na cidade, reduzindo a massa de trabalhadores ao nível de 2012, com 43.801 empregos formais. Seriam necessários dois anos e seis meses recuperar os postos perdidos.

 

Os dados são de levantamento feito pelo R24 com base em números oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão estatístico do Ministério da Economia.

 

A recuperação se deu em junho, quando o município gerou 300 vagas de emprego como saldo resultante de 1.745 admissões contra 1.445 demissões, também de acordo com o Caged. Ao longo do ano, o município já gerou 1.565 vagas, graças à retomada das contratações em dois setores vitais para a economia local: indústria e serviços.

 

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Dino Fracescato, a evolução de empregos na cidade se dá por uma série de fatores que impulsionam o mercado de trabalho: a vinda de novas empresas, segundo ele, deve estimular ainda mais essa expansão. “Já com os cargos definidos, esses postos de trabalho terão um efeito de crescimento efetivo na cidade. São empregos de qualidade, de pessoas que virão pra cá e vão absorver mão de obra, à medida em que adotarem a cidade como moradia”, aponta.

 

A recuperação dos empregos perdidos durante a crise colocam o município em uma situação privilegiada. Em todo o Brasil, entre os anos de 2015 e 2017, 2,88 milhões de vagas formais deixaram de existir. De lá para cá, recuperou-se pouco mais de 900 mil postos, restando um saldo negativo de 1,9 milhão de empregos.

 

6ª cidade que mais gerou emprego em Minas

O bom desempenho nos últimos 12 meses fez de Pouso Alegre a 6ª cidade que mais formalizou contratos de trabalho no período em Minas Gerais. De junho de 2018 a junho deste ano, foram criadas 2.122 novas vagas. 

 

Desempenho por setor em junho

A tendência de expansão do mercado de trabalho nos setores de serviços (+118) e indústria (+98) se manteve em Pouso Alegre no mês de junho. Também tiveram saldo positivo construção civil (+78) e agropecuária (+27). Os comércios varejista (-9) e atacadista (-4) seguem em mau momento para contratações a exemplo da extrativa mineral (-7).

 

 

 

 

 

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